Title: GRUPOS
1GRUPOS DE FAMÍLIAS
21-Objetivo Geral
3Despertar nas pessoas a necessidade de se reunir
para refletir sobre os acontecimentos diários à
luz da Palavra de Deus, motivando-as para a
oração e ação concreta, por meio de uma
evangelização mais cordial e personalizada, com o
objetivo de serem Comunidades Eclesiais de Base
4Povo de Deus, em conversão, em comunhão com a
riqueza dos carismas, serviços e ministérios,
participação e solidariedade.
52- Justificativa
6Os seguidores de Jesus perseveravam na prática de
seus ensinamentos. Organizaram comunidades.
Tinham tudo em comum. Os bens eram repartidos.
7Viviam unidos. Freqüentavam o templo. Assistiam
aos doentes. Cada um cumpria as tarefas de sua
responsabilidade. Eram todos iguais nas
diferenças. (At 2,42-47 e At 4, 32-35 ).
8- Onde dois ou mais, estiverem reunidos em meu
nome, eu estarei no meio deles (Mt 18,20 ). - Dai-lhes vós mesmos de comer... ( Mt,
14,13-21Mc, 6, 34-44 multiplicar os grupos para
servir a todos). - Os primeiros cristãos se reuniam nas casas (At
2,4612,12) - Que todos sejam um... (Jo 17,20-21).
- ... é preciso pescar diferente....
9Os Grupos de Família são a base das comunidades
cristãs que tem sua experiência de fé marcada por
algumas características
10- Pessoas que moram perto uma das outras,
facilitando o relacionamento e o conhecimento das
situações e sonhos de cada um, que procuram viver
relações fraternas de partilha, ajuda mútua,
solidariedade e serviço, formação integral da
pessoa, vida de fé e caridade, seguidoras dos
exemplos de Jesus, dos apóstolos, em união com a
Igreja, que se reúnem, regularmente, nas casas de
famílias.
11- Tem a Palavra de Deus como fonte inspiradora e
iluminadora da vida concreta, refletindo sobre
problemas sociais e eclesiais, vivendo de acordo
com o Evangelho, iluminados pelo Espírito Santo,
rezam e celebram a vida, alimentam a comunhão
fraterna e a partilha e assumem o compromisso
cristão de construir uma sociedade justa,
solidária e fraterna.
12- Compromisso com o projeto de Jesus Defender e
promover a vida. ...avance para as águas mais
profundas e lancem as redes... - (Lc 5, 4). Para anunciar Jesus Cristo precisamos
descentralizar nossas Paróquias, mudá-las em
pequenas comunidades, alegres, fraternas,
celebrativas, acolhedoras, verdadeiras
comunidades eclesiais de base - (Cebs).
13- Procuram ser espaço onde homens e mulheres (
crianças, adolescentes, jovens, adultos, idosos )
experimentam uma nova maneira de se relacionar
descobrem seu papel social, buscam viver na
dignidade e no respeito. Formam uma nova
consciência de que é juntos que construirão uma
sociedade sem dominação, sem exclusão. Lutam por
uma sociedade geradora de homens e mulheres
novos, livres, dinâmicos e conscientes. Procuram
ser verdadeiras escolas da sociedade, onde o
poder é serviço, coletivo, partilhado e
democrático.
14- São a base da Igreja. Comunidades Eclesiais de
Base - (Cebs) ninguém constrói um castelo sobre a
areia e sim sobre a rocha. Conscientizam sobre a
religião resgatam a dignidade abrem ao diálogo
cultivam a amizade entre as famílias dão espaço
ao espaço dos outros união de raças e culturas.
15- Segundo o SINM e Documento de Aparecida (178 e
179) , a Igreja deve ser uma pequena comunidade
(CEB) onde todos se conhecem, se amam,se ajudam,
celebram e perseveram. As CEBs são um novo modo
de ser Igreja. As CEBs são o modo de toda a
Igreja ser. As CEBs são um modo normal de toda a
Igreja ser. As CEBs são uma nova maneira de
pensar, viver, e praticar a fé.
16- No começo, a nossa Igreja era assim pequenas
comunidades de base. Comunidade de vida, de
apoio, de partilha. Eram comunidades de Igreja
(Eclesial) na mesma fé, na mesma esperança, no
mesmo Jesus. E eram pessoas simples, populares,
vizinhas, na mesma base de vida. Formavam as
CEBs, isto é, Comunidades Eclesiais de Base. - Os pequenos grupos são caminho para as CEBs.
173-Objetivos específicos
18- Incentivar a criação, a multiplicação e
organização dos grupos de Famílias (05 a 07
famílias), visando comunidades eclesiais de base
que testemunham a fé, a esperança, a caridade, a
fraternidade, a partilha e a solidariedade.
19- Despertar e confirmar tantos ministérios (
visitador, animador...) quantos forem necessários
para atender as necessidades pastorais,
espirituais, e sociais do povo (de Deus ).
Descobrir os valores, os dons das pessoas,
incentivando-as a assumir serviços na comunidade
e sociedade.
20- Celebrar as alegrias, as tristezas, as conquistas
das famílias e das comunidades. Celebrar os
sacramentos - (Batismo, Eucaristia, Crisma, Casamentos) como
verdadeiras festas na comunidade. Festejar os
padroeiros, as bodas, os nascimentos,
aniversários e outros...acompanhar as famílias
nos momentos especiais, doenças, mortes,
exéquias... participar das lutas sociais,
políticas e econômicas.
21- Assumir a inculturação e
- reconhecer valores nos costumes
- de outros povos.
- Reconhecer os valores religiosos e sociais,
afro-brasileiros e indígenas, convivendo com os
diferentes usos, costumes religiosos de outros
povos e raças.
22- Reconhecer os carismas das pessoas em suas
atividades - Comungar as diferenças religiosas
- Viver a Dimensão ecumênica e Diálogo
Inter-Religioso (abertura à experiência religiosa
do outro participar nas celebrações, encontros,
orações (Semana de Oração pela unidade dos
Cristãos) e estudos bíblicos ecumênicos
(Cebi)Acolher sugestões ecumênicas de trabalhos
pastorais).
234- Mística
24- O século XXI ou será místico ou não será humano
- Sem espiritualidade, sem mística não somos nada.
A mística das CEBs é a mística da libertação,
uma nova relação entre fé e vida. Uma nova
maneira de pensar, viver e praticar a fé.
25- É BOM TER SEMPRE A BÍBLIA NA VIDA- A VIDA NA
BÍBLIA. - Bíblia e Vida-Fé e vida sempre juntas...
- Celebrar a vida-celebrar a Bíblia na vida...
26- Sentir a presença de Deus na Bíblia-sentir a
presença de Deus na vida... - A Bíblia se torna Palavra de Deus quando faz a
vida brilhar, acontecer... - A Palavra de Deus fundamenta os grupos de
famílias(as Cebs) Onde dois ou mais estiverem
reunidos em meu nome, eu estarei no meio deles...
27- Deus quer comunicar-se conosco através da
realidade da vida os acontecimentos, a história. - Fé- comunidade- realidade-Bíblia.
- At 2,42-474,32-35 Mt 11,25-27 14,13-21 Lc 24,
13-35 Lc 4,18-19. - Amor I Cor 13,1-13.
285 Atividades permanentes
29- Encontros semanais ou quinzenais dos grupos de
famílias - Reuniões periódicas da coordenação paroquial,
decanal e diocesana - Reunião periódica dos animadores de grupos
30- Planejamento, articulação, avaliação e
encaminhamentos - Ajuda e acompanhamento na formação e organização
dos grupos de famílias onde a coordenação for
solicitada - Representatividade e correspondência nos diversos
níveis da Igreja e da sociedade.
316 - Organização
32- Grupos de famílias formados por pessoas que moram
perto uma das outras... - Animador de grupos de famílias
- Coordenação dos grupos de famílias dos setores da
comunidade ou da comunidade
33- Coordenação dos grupos de famílias da paróquia
- Coordenação decanal assessor decanal
- Coordenação diocesana assessor diocesano.
347 Projetos em execução
358 Desafios encontrados na atualidade
36- Falta de conscientização sobre o valor do grupo
de famílias e Cebs e conseqüente falta de apoio
e incentivo por boa parte dos padres de nossa
Diocese - Falta de conscientização sobre o valor e a
necessidade dos grupos de famílias se reunirem de
15 em 15 dias ou regularmente no decorrer de todo
o ano - Articulação e organização dos grupos de famílias.
379 Perspectivas e projetos futuros
38- Que a partir do estudo do Documento de Aparecida
pelo Clero e leigos haja um novo entusiasmo e
compromisso com os grupos de famílias e CEBs,
fazendo de nossas paróquias redes de comunidades. -
LUIZ
SOUZA