TEORIA DA SIGNIFICA - PowerPoint PPT Presentation

About This Presentation
Title:

TEORIA DA SIGNIFICA

Description:

TEORIA DA SIGNIFICA O a reluzir, constela o constante, redonda rosa de gua, sobre a mesa das gentes pobres. Generosa desfazes o teu globo de frescura na ... – PowerPoint PPT presentation

Number of Views:196
Avg rating:3.0/5.0
Slides: 76
Provided by: 5686188
Category:

less

Transcript and Presenter's Notes

Title: TEORIA DA SIGNIFICA


1
TEORIA DA SIGNIFICAÇÃO
2
A finalidade última de todo ato de comunicação
não é informar, mas é persuadir o outro a aceitar
o que está sento comunicado. Por isso, o ato de
comunicação é um complexo jogo de manipulação com
vistas a fazer o enunciatário crer naquilo que
se transmite. A linguagem é sempre comunicação
(e, portanto, persuasão), mas ela o é na medida
em que é produção de sentido. (Fiorin, p.52,
Elementos de Análise do Discurso)
3
(No Transcript)
4
Vermelho Calor Campo Cortina Toureiro/Africano Tou
ro/Búfalo Poeira/índice-seco
Azul Frio neve
Ele está começando a descobrir Descoberta
Índice Metonímia Decoberta vermelho
Marca vermelho
5
(No Transcript)
6
(No Transcript)
7
(No Transcript)
8
(No Transcript)
9
A isotopia é um nível de leitura. Greimás define
mais Cientificamente como um conjunto redundante
de categorias semânticas que tornam possível
uma Leitura uniforme do texto, tal como provém de
leituras parciais dos enunciados e da resolução
de suas ambigüidades, que é guiada pela busca de
uma leitura única (Greimás, 188).
10
corredores semânticos, ou isotópicos que vão
balizar a percepção / cognição, criando modelos
ou padrões perceptivos.... Esses padrões
perceptivos ou óculos sociais, na expressão de
A. Schaff iii, seriam os estereótipos gerados
pelos corredores semânticos. Através deles
vemos a realidade e fabricamos o referente, que
se interpõe entre nós e a realidade. Blikstein
sustenta, com Schaff, que nas culturas
ocidentais, a verticalidade e tudo a que ela se
associa (em pé, alto, altivo) por exemplo, é um
traço de valor meliorativo, indicando
superioridade ou majestade, enquanto a
horizontalidade tem conotação usualmente
pejorativa. A tendência é de se depreciar o que
está caído, deitado, abaixo.
11
ISOTOPIA
REINTERAÇÃO REDUNDÂNCIA REPETIÇÃO
COERÊNCIA SEMÂNTICA DE UM TEXTO
Recorrência de traços semânticos ao longo do
discurso
CORREDORES ISOTÓPICOS
12
Tecendo a Manhã Um galo sozinho não tece uma
manhã ele precisará sempre de outros galos. De
um que apanhe esse grito que ele e o lance a
outro de um outro galo que apanhe o grito de um
galo antes e o lance a outro e de outros galos
que com muitos outros galos se cruzem os fios
de sol de seus gritos de galo, para que a manhã,
desde uma teia tênue, se vá tecendo, entre todos
os galos. E se encorpando em tela, entre todos,
se erguendo tenda, onde entrem todos, se
entretendendo para todos, no toldo (a manhã) que
plana livre de armação. A manhã, toldo de um
tecido tão aéreo que, tecido, se eleva por si
luz balão. (A Educação pela Pedra)
13
CONSTRUÇÃO Chico Buarque de Holanda
Amou daquela vez como se fosse a últimaBeijou
sua mulher como se fosse a últimaE cada filho
seu como se fosse o únicoE atravessou a rua com
seu passo tímidoSubiu a construção como se fosse
máquinaErgueu no patamar quatro paredes
sólidasTijolo com tijolo num desenho mágicoSeus
olhos embotados de cimento e lágrimaSentou pra
descansar como se fosse sábadoComeu feijão com
arroz como se fosse um príncipeBebeu e soluçou
como se fosse um náufragoDançou e gargalhou como
se ouvisse músicaE tropeçou no céu como se fosse
um bêbadoE flutuou no ar como se fosse um
pássaroE se acbou no chão feito um pacote
flácidoAgonizou no meio do passeio
públicoMorreu na contramão atrapalhando o
tráfego
14
Amou daquela vez como se fosse o últimoBeijou
sua mulher como se fosse a únicaE cada filho seu
como se fosse o pródigoE atravessou a rua com
seu passo bêbadoSubiu a construção como se fosse
sólidoErgueu no patamar quatro paredes
mágicasTijolo com tijolo num desenho lógicoSeus
olhos embotados de cimento e tráfegoSentou pra
descansar como se fosse um príncipeComeu feijão
com arroz como se fosse máquinaDançou e
gargalhou como se fosse o próximoE tropeçou no
céu como se ouvisse músicaE flutuou no ar como
se fosse sábadoE se acabou no chão feito um
pacote tímidoAgonizou no meio do passeio
náufragoMorreu na contramão atrapalhando o
público
15
Amou daquela vez como se fosse máquinaBeijou sua
mulher como se fosse lógicoErgueu no patamar
quatro paredes flácidasSentou pra descansar como
se fosse um pássaroE flutuou no ar como se fosse
um príncipeE se acabou no chão feito um pacote
bêbadoMorreu na contramão atrapalhando o sábado
16
(No Transcript)
17
(No Transcript)
18
(No Transcript)
19
(No Transcript)
20
(No Transcript)
21
(No Transcript)
22
(No Transcript)
23
Filmes centrados na função poética O Carteiro e
o Poeta Flores Partidas Lavoura
Arcaica Herói Livro de cabeceira As Horas
Construção de discursos O Grande Truque Os
Suspeitos Mera Coincidência
24
"... quando explicamos a poesia ela torna-se
banal. Melhor do que qualquer explicação é a
experiência directa das emoções, que a poesia
revela a uma alma predisposta a compreendê-la."
25
(No Transcript)
26
(No Transcript)
27
(No Transcript)
28
(No Transcript)
29
(No Transcript)
30
(No Transcript)
31
(No Transcript)
32
(No Transcript)
33
(No Transcript)
34
(No Transcript)
35
(No Transcript)
36
(No Transcript)
37
(No Transcript)
38
(No Transcript)
39
(No Transcript)
40
Ode à CebolaCebolaLuminosa redomapétala a
pétalacresceu a tua formosuraescamas de cristal
te acrescentarame no segredo da terra escurase
foi arredondando o teu ventre de orvalho.Sob a
terrafoi o milagree quando apareceuo teu rude
caule verdee nasceram as tuas folhas como
espadas na horta,a terra acumulou o seu
poderiomostrando a tua nua transparência,e como
em Afrodite o mar remotoduplicou a
magnólialevantando os seus seios,a terraassim
te fezcebolaclara como um planeta
Pablo Neruda
41
  • a reluzir,constelação constante,redonda rosa de
    água,sobrea mesadas gentes pobres.Generosade
    sfazeso teu globo de frescurana
    consumaçãofervente da frigideirae os estilhaços
    de cristalno calor inflamado do
    azeitetransformam-se em frisadas plumas de
    ouro.Também recordarei como fecundaa tua
    influência, o amor, na saladae parece que o céu
    contribuidando-te fina forma de granizoa
    celebrar a tua claridade picadasobre os
    hemisférios de um tomate.mas ao alcancedas mãos
    do povoregada com azeitepolvilhadacom um pouco
    de sal,matas a fomedo jornaleiro no seu duro
    caminho.estrela dos pobres,fada madrinha

envolvida em delicadopapel, sais do chãoeterna,
intacta, puracomo semente de um astroe ao
cortar-tea faca na cozinhasobe a únicalágrima
sem pena.Fizeste-nos chorar sem nos afligir.Eu
tudo o que existe celebrei, cebolaMas para mim
ésmais formosa que uma avede penas radiosasés
para os meus olhosglobo celeste, taça de
platinabaile imóvelde nívea anémonae vive a
fragância da Terrana tua natureza cristalina.
42
Teoria da significação semântica Michel Bréal
século XIX Estudar as mudanças de sentido para
determinar os mecanismos que regulam essas
alterações.
Exemplo Construção da subjetividade e
objetividade Arquitetura da ironia
43
DISCURSO Modo de apreensão da linguagem este
último não é considerado aqui como uma estrutura
arbitrária, mas como uma atividade de sujeitos
inscritos em contextos determinados.
(Maigueneau, p.43, Termos-Chave da Análise do
Discurso)
Exemplo Terceiro-falante
44
ESTRUTURAS TEXTUAIS SUBSTÂNCIA DE
EXPRESSÃO ESTRUTURAS NARRATIVAS SUBSTÂNCIA DE
CONTEÚDO ESTRUTURAS DISCURSIVAS
PLANO DE EXPRESSÃO (SIGNIFICANTE)
SEMÂNTICA ESTRUTURAL (MANIFESTAÇÃO)
PLANO DE CONTEÚDO (SIGNIFICADO)
45
CANAL
MENSAGEM
DESTINADOR EMISSOR
DESTINATÁRIO RECEPTOR
CÓDIGO
REFERENTE
FEEDBACK
46
SUJEITO DA ENUNCIAÇÃO
AUTOR NARRADOR EMISSOR
LEITOR NARRATÁRIO
ENUNCIADOR Destinador
ENUNCIADO
ENUNCIATÁRIO Destinatário
SITUAÇÃO ENUNCIATIVA
SITUAÇÃO COMUNICATIVA
47
ENUNCIAÇÃO O ato produtor do enunciado. É essa
colocação em funcionamento da língua por um ato
individual de utilização (Benveniste, p.80, 1980)
ENUNCIADO O produto do ato de enunciação. Toda a
grandeza dotada de sentido, pertencente à cadeia
falada ou Texto escrito, anteriormente a
qualquer análise lingüística ou lógica.
SUJEITO DA ENUNCIAÇÃO É sempre um eu, que opera,
ao realizar a produção discursiva, no espaço Do
aqui e no tempo do agora.
48
(No Transcript)
49
(No Transcript)
50
(No Transcript)
51
(No Transcript)
52
(No Transcript)
53
(No Transcript)
54
(No Transcript)
55
IMPESSOAL X PESSOAL
56
  • 33 NY
  • Q 33 NY

57
DougCaraffini² Escreveu Sobre o que eu postei,
acabei seguindo por fontes que não são
verdadeiras. Acabei dando uma pesquisada mais a
fundo nisso e descobri que, nem Q33, nem Q33 NY
eram o nome do avião, alguns usavam a idéia de
que o WTC se situava na "Quadra 33", por isso
Q33, fato que também não é verdade.Bem, leiam a
seguirNa mesma linha, outra mensagem
complementa os prédios do World Trade Center de
New York estariam situados na Quadra 33 (Q33).
Assim, escrevendo-se Q33 NY e substituindo-se a
fonte de letra pela usada para representar
diversos símbolos, o resultado é ainda mais
sugestivo Na verdade, o WTC não estava situado
na tal Quadra 33. Q33 é apenas o número de uma
linha de ônibus que passa nas proximidades, o que
demonstra como está sendo forçada a comparação.
Aliás, também é sugestivo o resultado da
conversão para aquela fonte da sigla NYC (New
York City, cidade de New York)
Para Roland Barthes de Mitologias (1957), o mito
(ou ideologia) é o que transforma a história em
natureza emprestando a signos arbitrários um
conjunto de conotações aparentemente óbvio,
inalterável. (Eagleton, Ideologia, p.176)
58
CONCEPÇÕES DE VERDADE Chauí, M. Convite à
Filosofia. São Paulo Ática, 2000. Em grego,
verdade se diz ALETHEIA, significando não
oculto, não escondido, não dissimulado. O
verdadeiro é o que se manifesta aos olhos do
corpo e do espírito a verdade é a manifestação
daquilo que é ou existe tal como é. O verdadeiro
se opõe ao falso, pseudos, que é encoberto,
escondido, o dissimulado, o que parece ser e não
é como parece. A verdade é uma qualidade das
próprias coisas e o verdadeiro está nas próprias
coisas. Conhecer é ver e dizer a verdade, que
está na realidade e, portanto, a verdade depende
de que a realidade se manifeste, enquanto a
falsidade depende de que ela se esconda ou se
dissimule em aparências. (Chauí, 2000, p.99)
Em latim, verdade se diz VERITAS e se refere à
precisão, ao rigor e à exatidão de um relato, no
qual se diz com detalhes, pormenores e fidelidade
o que aconteceu. Verdadeiro se refere, portanto,
à linguagem enquanto narrativa de fatos
acontecidos, refere-se a enunciados que dizem
fielmente as coisas tais como foram ou
aconteceram. (Chauí, 2000, p.99)
Em Hebraico, verdade se diz EMUNAH e significa
confiança. Agora são as pessoas e é Deus quem
são verdadeiros. Cumprem o que foi prometido. A
verdade é uma crença fundada na esperança e na
confiança, referidas ao futuro, ao que será ou
virá (profecia). (Chauí, 2000, p.99)
Aletheia (grego) se refere ao que as coisas
são Veritas (latim) se refere aos fatos que
foram Emunah (hebarico) se refere às ações e
coisas que serão
59
  • A nossa concepção da verdade é uma síntese
    dessas três fontes e
  • por isso se refere às coisas presentes
  • Própria realidade (Aletheia),
  • Aos fatos passados e à linguagem (Veritas),
  • e as coisas futuras confiança/esperança
    (Emunah).
  • (Chauí, 2000, p.99)

Santo Agostinho Presente do Passado
memória Presente do futuro - espera Presente do
Presente - olhar
60
Eixo Sintagmático Sintagma Eixo da Combinação
A vida é um milagre.
sonho.
bela.
das
Mariposas.
Uma vida iluminada.
Eixo Paradigmático Paradigma Eixo da Seleção
61
Modalidade Veridictórias
Verdade
PARECER
SER
Segredo
Mentira
imanência
expressão
NÃO-SER
NÃO-PARECER
Falsidade
62
Informação
Parcial
Político
Assassinato
Comum
Causalidade
Notícia
Total Imanente (Contém em si todo seu saber)
Coincidência Repetição
Nomeado X inominado
Crime
inexplicável
Prodígio
A Estrutura da Notícia. BARTHES, R. Crítica e
Verdade. São Paulo Perspectiva, 1999.
63
O4 CLASSES DE MANIPULAÇÃO Tentação poder sobre
os valores positivos que levam a
querer-fazer Intimidação poder do destinador
sobre os valores negativos que levam a
dever-fazer Provocação depende do saber do
destinador sobre alguma imagem negativa para
levá-lo ao dever-fazer Sedução saber do
destinador sobre uma imagem positiva para
leva-lo ao querer-fazer
64
Competência do destinador - manipulador Alteração na competência do destinatário
PROVOCAÇÃO SABER (imagem negativa do destinatário) DEVER-FAZER
SEDUÇÃO SABER (imagem positiva do destinatário) QUERER-FAZER
INTIMIDAÇÃO PODER (valores negativos) DEVER-FAZER
TENTAÇÃO PODER (valores positivos) QUERER-FAZER
65
Contrárias
Universal afirmativa Todos os S são P
Universal negativa Nenhum S é P
subalternas
subalternas
contraditórias
contraditórias
Particular afirmativa Alguns S são P
Particular negativa Alguns S não são P
Contrárias
O objetivo da lógica é a proposição, que
exprime, através da linguagem, os juízos
formulados pelo pensamento. A proposição é a
atribuição de um predicado a um sujeito S é P.
O encadeamento dos juízos constitui o
raciocínio e este exprime logicamente através da
conexão de proposições (...) silogismo.
Todos os homens são mortais. Sócrates é
homem. Logo, Sócrates é mortal.
A é verdade de B. B é verdade de C. Logo, A é
verdade de C.
66
Mais autônoma pois a relação sintática
pode receber uma variedade imensa de
investimentos.
SINTAXE X SEMÂNTICA
Gramática
Morfologia Estrutura do vocábulo
Sintaxe Regras das relações entre vocábulos
67
actorização
03 procedimentos De discursivização
espacialização
temporalização
68
MODALIZAÇÃO Modificação do predicado pelo
sujeito pode-se Considerar que o ato e, mais
particularmente o ato de linguagem é o lugar
do surgimento das Modalidades. Rector, p.110,
Para Ler Greimás) QUERER SABER
PODER FAZER
69
DEBREAGEM
Projeção de uma pessoa (eu/tu/ele), um tempo
(agora/então) e um Espaço (lá/aqui). Objetividade
X Subjetividade
EMBREAGEM é o mecanismo em que ocorre uma
suspensão das Oposições de pessoa, de tempo ou de
espaço. Ex O Maluf fez. (dito pelo político)
70
(No Transcript)
71
(No Transcript)
72
(No Transcript)
73
(No Transcript)
74
(No Transcript)
75
(No Transcript)
Write a Comment
User Comments (0)
About PowerShow.com