Title: Departamento da Diversidade/DEDI
1Departamento da Diversidade/DEDI
Núcleo de Gênero e Diversidade Sexual / NGDS
Coordenação de Educação Escolar Indígena / CEEI
Núcleo de Educação das Relações Étnico-Raciais e
Afrodescendência / NEREA
Coordenação de Alfabetização de Jovens, Adultos e
Idosos
Coordenação da Educação do Campo / CEC
2Diversidade Sexual Respeito
3DEDI
- NGDS
- ITINERANTE 2010
- NÚCLEO DE FOZ DO IGUAÇU
4NUNCA ESTAMOS SÓS...
5LGBT
- LESBICAS
- GAYS
- BISSEXUAIS
- TRAVESTIS E TRANSEXUAIS
6Fundamentação Legal
- . Internacional
- . Nacional
- . Estadual
-
7Internacional
- Declaração Universal dos Direitos
Humanos, 1948 - Documento final da Conferência Mundial contra
o Racismo, Discriminação Racial, Xenofobia e
Intolerância Correlata, 2001 - Princípios de Yogyakarta, 2007
8Nacional
- Constituição Federal Brasileira, 1988
- Estatuto da Criança e do Adolescente ECA, Lei
Federal nº 8.069/90 - Lei de Diretrizes e Bases para a Educação
Nacional nº 9.394/96 - Convenção relativa à Luta contra a Discriminação
no campo do ensino Decreto Federal nº
63.223/68
9Constituição Federal
- Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da
República Federativa do Brasil - I - construir uma sociedade livre, justa e
solidária - II - garantir o desenvolvimento nacional
- III - erradicar a pobreza e a marginalização e
reduzir as desigualdades sociais e regionais - IV - promover o bem de todos, sem preconceitos de
origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras
formas de discriminação.
10Constituição Federal
- Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem
distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos
brasileiros e aos estrangeiros residentes no País
a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade,
à igualdade, à segurança e à propriedade, nos
termos seguintes - I - homens e mulheres são iguais em direitos e
obrigações, nos termos desta Constituição
11Estadual
- Constituição do Estado do Paraná, 1989
- Lei Estadual 11733/97 Campanhas de Educação
sexual nos estabelecimentos de ensino - Lei Estadual 11734/97 Torna obrigatória os
programas de informação e prevenção da Aids nas
escolas - Lei Estadual 16105/09 Semana de orientação
sobre gravidez na adolescência 1ª semana de
maio. - Lei Estadual 16454/10 17 de maio Dia Estadual
de Combate à Homofobia. - Parecer CP/CEE n.º 01/09, aprovado em 9 de
outubro de 2009, na 8.ª Reunião Ordinária -
Solicita normatização para a inclusão do nome
social nos registros escolares do aluno.
12Estereótipos
13(No Transcript)
14(No Transcript)
15- Ninguém nasce odiando uma pessoa pela sua cor
da pele, por sua origem - ou ainda por sua religião.
- Para odiar, as pessoas precisam aprender
- e se podem aprender a odiar
- podem ser ensinadas a amar
Nelson Mandela
16Identidades Culturais
GÊNERO
SEXUALIDADE
SEXO
Construção Biológica, Social, Cultural,
Histórica, Política, Discursiva
Construções sócio-culturais
Atributos biológicos
Feminino
Heterossexual
Macho homem
Masculino
Homossexual
Fêmea mulher
Andrógeno/a
Bissexual
Hermafrodita / Intersexo
Identidade de Gênero
Orientação Sexual
Jimena FURLANI, 2007
17Identidade de gênero
- Experiência de cada um, que pode ou não
corresponder ao sexo do nascimento. Utilizada
primeiramente no campo médico-psiquiátrico para
designar os transtornos de identidade de
gênero, isto é, o desconforto persistente criado
pela divergência entre o sexo atribuído ao corpo
e a identificação subjetiva com o sexo oposto.
18Gênero é uma construção humana, cultural
portanto e não um dado da natureza. As diferenças
e desigualdades entre mulheres e homens são
produzidas por homens e mulheres em contextos
sócio temporais e espaciais específicos.
Gênero é uma categoria histórica.
19(No Transcript)
20Orientação sexual
- Hetero (atração afetiva, sexual e erótica pelo
gênero oposto) - Homo (pelo mesmo gênero)
- Bi (por pessoas do mesmo gênero e do gênero
oposto).
21IDENTIDADE SEXUAL
- Refere-se a duas questões diferenciadas
- 1) é o modo como a pessoa se percebe em termos de
orientação sexual - 2) é o modo como ela torna pública (ou não) essa
percepção de si em determinados ambientes ou
situações. Corresponde ao posicionamento (nem
sempre permanente) da pessoa como homo, hetero,
ou bi, e aos contextos em que essa orientação
pode ser assumida pela pessoa e/ou reconhecida em
seu entorno.
22HETEROSSEXUAL
- Atração sexual por pessoas
- de outro gênero e
- relacionamento afetivo-sexual
- com elas.
23(No Transcript)
24BISSEXUAL
- Pessoa que tem desejos, práticas sexuais e
relacionamento afetivo-sexual com pessoas de
ambos os sexos
25(No Transcript)
26HOMOSSEXUAL
- Atração sexual por pessoas do mesmo gênero e
relacionamento afetivo-sexual - com elas.
27(No Transcript)
28(No Transcript)
29TRANSEXUAL
- Pessoa que possui uma identidade de gênero
diferente do sexo designado no nascimento.
Mulheres e homens transexuais podem manifestar o
desejo de se submeterem a intervenções
médico-cirúrgicas para realizarem a adequação dos
seus atributos físicos de nascença (inclusive
genitais) à sua identidade de gênero constituída.
30(No Transcript)
31TRAVESTI
- Pessoa que nasce com o sexo masculino ou
feminino, mas que tem sua identidade de gênero
oposta a seu sexo biológico, assumindo papéis de
gênero diferentes daqueles impostos pela
sociedade. Muitas/os travestis modificam seus
corpos através de hormonioterapias, aplicações de
silicone e/ou cirurgias plásticas, porém vale
ressaltar que isso não é regra para todas/os.
32(No Transcript)
33- Vale lembrar que a Organização Mundial de
Saúde (OMS) não aceita que a homossexualidade
seja considerada doença e, por isso, em 1990,
excluiu-a do Código Internacional de Doenças
(CID). - Antes dela, em 1973, a Associação Americana de
Psiquiatria (APA) já havia retirado a
homossexualidade de seu Manual de Diagnóstico e
Estatística de Distúrbios Mentais. - Da mesma forma, no Brasil, os Conselhos
Federais de Medicina (desde 1985) e de Psicologia
(desde 1999) não consideram a homossexualidade
como doença, distúrbio ou perversão.
34Diz a Resolução do Conselho Federal de Psicologia
nº 1 de 1999
- Art. 2º Os psicólogos deverão contribuir, com seu
conhecimento,para uma reflexão sobre o
preconceito e o desaparecimento de discriminações
e estigmatizações contra aqueles comportamentos
ou práticas homo eróticas.
35SEXUALIDADE
- Elaborações culturais sobre os prazeres e os
intercâmbios sociais e corporais que compreendem
desde o erotismo, o desejo e o afeto até noções
relativas à saúde, reprodução, ao uso de
tecnologias e ao exercício de poder na sociedade.
Por isso, conceito dinâmico, sujeito a diversos
usos e disputas.
36CORPO
- Inclui além das potencialidades biológicas, todas
as dimensões psicológicas, sociais e culturais do
aprendizado pelo qual as pessoas desenvolvem a
percepção da própria vivência. Não existe um
corpo humano universal mas sim corpos marcados
por experiências específicas de classe, de
gênero, de raça, de etnia e de idade.
37HOMOAFETIVO
- Afeto é um aspecto central também nos
relacionamentos que fogem a regra hetero.
38(No Transcript)
39INTERSEXUAL OU INTERSEX
- Termo para se referir a uma variedade de
condições (genéticas ou somáticas) com que uma
pessoa nasce, apresentando uma anatomia
reprodutiva e sexual que não se ajusta às
definições de masculino e feminino.
40(No Transcript)
41TRANSGÊNEROS OU TRANS
- São termos utilizados para reunir, numa só
categoria, travestis e transexuais como sujeitos
que realizam um trânsito entre um gênero e outro.
42(No Transcript)
43(No Transcript)
44DIREITOS SEXUAIS
- Engloba múltiplas expressões legítimas da
sexualidade, direito à saúde direito de cada
pessoa de ter reconhecidos e respeitados o seu
corpo, o seu desejo e o seu direito de amar.
Autonomia no uso do corpo e reconhecimento da
diversidade sexual. Asseguram a liberdade e a
autonomia de exercer a orientação sexual sem
sofrer discriminação ou violência.
45(No Transcript)
46ESCOLA PÚBLICA LAICAPara todos e todas!
47(No Transcript)
48VIOLÊNCIA
- É preciso entender em que medida a escola
brasileira se configura em um lugar de opressão,
discriminação e preconceitos, no interior e em
torno da qual existe um preocupante quadro de
violência a que estão submetidos milhões de
jovens e adultos LGBT, tanto estudantes quanto
profissionais da educação. - Em pesquisa realizada durante a VIII Parada Livre
de Porto Alegre, em 2004, a escola comparece em - primeiro lugar, entre sete situações indicadas,
como espaço de discriminação contra LGTB. - Cerca de 40 de jovens entre 15 e 21 anos
indicaram discriminação por parte de professores
e colegas (KNAUT, TERTO JR. e POCAHY, 2006).
49- A violência homofóbica, nas suas mais diversas
formas de manifestação, pode - dizer respeito a distintos aspectos da vida
cotidiana escolar e das pedagogias aí
mobilizadas. - Além dos dados relativos à violência contra
LGBT em todo o país, recentes estudos nos
colocaram diante de dados e análises que
enfatizam a necessidade de um tratamento mais
adequado para o assunto em nossas escolas.
50- Embora produza efeitos sobre todo o alunado, a
homofobia incide mais fortemente nas trajetórias
educacionais e formativas e nas possibilidades de
inserção social de milhões de jovens LGBT. - Além disso, a homofobia tende a privar cada
um/a desses/a jovens de direitos mais básicos,
pois, - POR EXEMPLO
51- conduz à maior vulnerabilidade (em relação a
chantagens, assédios, abusos, Aids, Hepatite B e
C, HPV, outras DST etc) - incide no padrão das relações sociais entre
estudantes e destes com os/as profissionais da
educação - afeta as expectativas quanto ao sucesso e ao
rendimento escolar
52- produz insegurança, estigmatização, segregação e
isolamento - enseja invisibilidade e visibilidade distorcida
- tumultua o processo de configuração identidária e
a construção da auto-estima - dificulta a permanência na escola
- prejudica o processo de inserção no mercado de
trabalho - influencia a sua vida socioafetiva, entre outros
(JUNQUEIRA, 2006).
53RESPEITO!!!
54RESPEITO!!!
55(No Transcript)
56Que banheiro usar????
57RESPEITO!!!
58Barbies transexuais
59TRAVESTIS
60UNIÃO GAY UM DIREITO
61- SIGNIFICADO DAS CORES NA BANDEIRA DA DIVERSIDADE
SEXUAL
VIDA
VIDA
PODER
LUZ
NATUREZA
ARTE
ESPIRITO
62- Temos o direito de ser iguais quando a
- diferença nos inferioriza
- e o direito a ser
- diferentes
- quando a igualdade nos
- descaracteriza
Boaventura Souza Santos
63É o que queremos...
64REFERENCIAS
ARENDT, H. A Condição Humana. Rio de Janeiro
Forense Universitária, 1987. BENTO, B. A. de M. A
(re) invenção do corpo sexualidade e gênero na
experiência transexual. Rio de Janeiro
Garamond/CLAM, 2006. BENTO, B. A. de M. O que é
transexualidade. São Paulo Brasiliense,
2008. BRITZMAN, D. Curiosidade, sexualidade e
currículo. In LOURO, G. L. (org.). O Corpo
Educado Pedagogias da Sexualidade. Belo
Horizonte Autêntica, 1999. BUTLER, J. La
questión de la transformación social. In
BERCK-GERNSHEIM, E. BUTLER, J. PUIGVERT, L.
Mujeres y trasnformaciones sociales. Barcelona
El Roure, 2001. CÉSAR, M. R. de A. Quatro
Intervenções para uma pedagogia queer. 31ª
Reunião anual da ANPED. Constituição Brasileira,
Direitos Humanos e Educação. Caxambu, 2008.
65- ERIBON, D. Biografia Michel Foucault, Ed.
Flammarion, 1989 - FOUCAULT, M. História da Sexualidade I A vontade
de saber. RJ Graal, 1984. - FOUCAULT, M. Preface. In DELEUZE, G. GUATTARI,
F. Anti-Oedipus Capitalism and Schizophrenia.
New York Viking Press, 1992. - FOUCAULT, M. Microfísica do Poder. RJ Graal,
1993. LOURO, G. L. Pedagogias da Sexualidade In
LOURO, G. L. (org.) O corpo educado. Pedagogias
da Sexualidade. Belo Horizonte Autêntica, 1999. - LOURO, G. L. Um corpo estranho. Ensaios sobre
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Autêntica 2004. - SANTOS, D. B. C. dos e César, M. R. dea A .
Transexualidade e evasão escolar. Curitiba, 2009.
(mimeo). - SCOTT, J. Gênero uma categoria útil de análise
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2. Porto Alegre, 1995. - SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de Identidade.
Belo Horizonte Autêntica, 2007. - SPARGO, T. Foucault y la teoria queer. Barcelona
Gedisa, 2007. - VIDAL, D. G. Educação sexual produção de
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Processos, práticas e saberes. São Paulo
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66- Figuras
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67- Figuras
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